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Alimentação regrada, controle do sono e do estresse e atividade física regular ajudam a controlar a inflamação típica da doença, bem como uma série de sintomas, contribuindo com o estado geral do paciente.1

AUma pesquisa realizada com mais de 7 mil portadores e publicada no renomado periódico científico Neurology reforçou que:2

  • a dieta equilibrada impactava em uma redução de cerca de 20% no comprometimento das funcionalidades;
  • 18% de diminuição nos índices de depressão;
  • os indivíduos que reportaram um estilo de vida saudável apresentaram índices significativamente menores de fadiga severa, depressão, prejuízos cognitivos e dor.

Atividade física, sim!

Esqueça a falsa premissa de que a fadiga típica da esclerose múltipla inviabiliza o exercício. É justamente o contrário: existem evidências de que uma série de modalidades, como ioga, minimiza esse sintoma, além de melhorar o humor, fortalecer os ossos e contribuir com o gerenciamento do peso.1

Os exercícios aquáticos, que poupam as articulações de impactos, são ótimas pedidas. Mas, obviamente, é necessário individualizar os treinos conforme as condições do paciente, sempre orientado pelo médico e por um educador físico e/ou fisioterapeuta.1


Referências

1. Amigos Múltiplos pela Esclerose. Disponível em: https://amigosmultiplos.org.br/noticia/esclerose-multipla-por-que-se-exercitar/ Acesso em agosto/2020.
2. Fitzgerald KC, Tyry T et al. Diet quality is associated with disability and symptom severity in multiple sclerosis. Neurology, 2018. Disponível em: LINK9 Acesso em agosto/2020.

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