Psoríase: uma pele sem lesão é possível!


Psoríase: uma pele sem lesão é possível!

Placas avermelhadas espessas na pele, cobertas por escamas esbranquiçadas ou prateadas são sintomas bem conhecidos de quem convive com a psoríase. Além da coceira, dor e descamação que essas lesões podem causar.1-4

psoríase não costuma afetar apenas a pele dos pacientes, mas também sua qualidade de vida, com impactos funcionais e psicossociais. Até mesmo àqueles que apresentam sinais e sintomas moderados da doença relatam que a psoríase impacta em suas atividades diárias.2

Mas você sabia que quem tem psoríase, independente do grau, é possível ter uma pele sem lesão?5 A medicina avançou bastante nesse campo e as pesquisas indicam novos tratamentos.6

Um caminho importante é monitorar a psoríase, mantendo registros sobre a doença. O monitoramento permite uma avaliação mais precisa, buscando tratamento mais adequado para os sintomas apresentados. 7

A utilização dos formulários do Índice da Gravidade da Psoríase por Área (PASI)8 e do Índice de Qualidade de Vida em Dermatologia (DLQI)9 auxilia não apenas a identificar os sintomas físicos e o quanto afeta a qualidade de vida, mas também aponta se os resultados obtidos com os tratamentos em curso para a psoríase são satisfatórios.8,9

Não deixe de buscar auxílio de um especialista, conversando com seu médico dermatologista para avaliar novas opções de tratamento para a psoríase que possibilite uma pele sem ou quase sem lesão.5

Se prepare para a consulta e não tenha vergonha de perguntar e esclarecer todas as suas dúvidas.

Se informar antes da consulta ajuda a entender, junto com o seu médico, se os tratamentos disponíveis e ainda não utilizados podem ser indicados para o seu caso. Mas cuidado! Busque fontes confiáveis de informação e sempre siga as recomendações médicas em relação ao tratamento e uso de medicamentos.5

Uma pele sem lesão e uma melhor qualidade de vida com psoríase é possível, acredite!5


Referências

1. International Federation of Psoriasis Associations (IFPA) – World Psoriasis Day. Profile of Psoriasis. Disponível em: http://www.worldpsoriasisday.com/web/page.aspx?refid=114. Último acesso em 25/9/2016.
2. Stern RS et al. Psoriasis Is Common, Carries a Substantial Burden Even When Not Extensive, and Is Associated with Widespread Treatment Dissatisfaction. J Investig Dermatol Symp Proc 2004; 9(2):136-9..
3. Langley RGB, Krueger GG, Griffiths CEM. Psoriasis: epidemiology, clinical features, and quality of life. Ann Rheum Dis 2005; 64(suppl 2):ii18-ii23.
4. Nestle FO, Kaplan DH, Barker J. Psoriasis. N Engl J Med 2009; 361(5):496-509.
5. EMEA – CHMP. Guideline on clinical investigation of medicinal products indicated for the treatment of psoriasis.. Disponível em: http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Scientific_guideline/2009/09/WC500003329.pdf. Último acesso 26/9/2016.
6. News in Health – National Institutes of Health (NIH). Itchy, Scaly Skin? Living with psoriasis. Disponível em: http://newsinhealth.nih.gov/issue/Aug2010/Feature2. Último acesso em 22/9/2016.
7. Mattei PL, Corey KC, Kimball AB. Psoriasis Area Severity Index (PASI) and the Dermatology Life Quality Index (DLQI): the correlation between disease severity and psychological burden in patients treated with biological therapies. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2014 Mar;28(3):333-7.
8. DermNet. PASI Score. Disponível em: http://www.dermnetnz.org/scaly/pasi.html. Último acesso em 26/9/2016.
9. Cardiff University. Dermatology Quality of Life Index (DLQI). Disponível em: http://sites.cardiff.ac.uk/dermatology/quality-of-life/dermatology-quality-of-life-index-dlqi/. Último acesso 27/9/2016.

Veja mais em: Diagnóstico e tratamento

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