Glossário do melanoma: consulte os termos da doença

Glossário do melanoma: consulte os termos da doença

24/01/2018

Glossário do melanoma: consulte os termos da doença

É natural que após o diagnóstico do melanoma ou do melanoma metastático muitas dúvidas apareçam (você não está sozinho!). Mas nem sempre é fácil entender tudo que o médico diz ou o que está escrito nos exames. Então, seja você uma pessoa que convive com melanoma ou cuida de alguém querido que tem a doença, esperamos que esse glossário aqui sirva como uma ferramenta de busca bastante útil.

E sempre que surgir uma dúvida sobre o melanoma, converse com o seu médico e esclareça o quanto antes! Lembre-se que não existe pergunta ou dúvida boba quando o assunto é a sua saúde e a das pessoas que você ama!

Glossário do melanoma

Biópsia: um exame que consiste na retirada de uma amostra de tecido para que seja analisada no microscópio por um profissional chamado patologista.1-3 As biópsias são sempre feitas com anestesia e o tipo da biópsia pode variar de acordo com o tamanho da lesão e de sua localização no corpo.1 No caso do melanoma, a biópsia inicial, geralmente, é feita na própria pinta que foi retirada.

BRAF: um gene que pode sofrer uma mutação genética e levar ao crescimento desordenado de células (câncer). As mutações de BRAF não hereditárias são as mais comuns em células de melanoma.4,5

CDKN2A e CDK4: são genes supressores de tumores, que os impedem de controlar o crescimento celular. Mutações nesses genes normalmente são hereditárias. 4,5

Dermatoscopia: é uma técnica realizada junto ao exame morfológico para diferenciar as pintas comuns das lesões de risco.1-3 O médico poderá solicitar uma dermatoscopia digital ou um mapeamento corporal. Este procedimento é realizado por um especialista com aparelhos mais sofisticados que fotografam todo o corpo do paciente e podem detectar precocemente modificações como o aparecimento ou crescimento de manchas e pintas malignas.6

DecisionDx-Melanoma: é um teste mais moderno que examina determinados padrões de expressão dos genes em células de melanoma para avaliar a propensão para que o melanoma em fase inicial se espalhe. Os resultados deste teste podem ajudar a dizer se alguém com melanoma em estágio inicial deve receber algum tratamento adicional ou receber acompanhamento médico mais de perto depois do tratamento para evitar a recorrência da doença.7

Diagnósticos moleculares: são exames moleculares que auxiliarão tanto no diagnóstico quanto na escolha do tratamento mais adequado para combater o melanoma. Entre estes testes estão genotipagem pela técnica de SNaPshot, FISH e DecisionDX-Melanoma. É através de processos como estes que se detecta a existência ou não de mutações, como a BRAF, cKIT, NRAS.7-8

Dissecção de linfonodo ou linfadenectomia: quando o melanoma é diagnosticado, é importante saber se o câncer se espalhou para os gânglios linfáticos. O mapeamento do linfonodo e a biópsia são procedimentos realizados para verificar se há câncer nos gânglios linfáticos, mesmo quando estes não se apresentam inchados. Caso o câncer seja detectado nessas regiões, eles poderão ser removidos. No entanto, a remoção dos gânglios pode causar alterações permanentes, como o linfedema (acúmulo de fluídos nas pernas e braços). Por isso, gânglios linfáticos são removidos só se houver uma necessidade evidente.3,9-10

Epiderme: camada mais externa da pele.11

Exame morfológico: durante o exame morfológico o médico observa o tamanho, forma, cor e textura das lesões na pele, e se há sangramento ou descamação. Nesse procedimento o médico também deve avaliar o tamanho dos gânglios linfáticos da virilha, axilas, pescoço e áreas próximas à lesão na pele. 1,3

Excisão: a cirurgia de excisão é a principal opção terapêutica para a maioria dos casos de melanoma. Através deste procedimento, grande parte dos melanomas em estágio inicial são curados. Com anestesia local, o câncer é retirado juntamente com uma pequena porção de tecido, e podendo deixar uma pequena cicatriz.3,9-10

FISH ou hibridização fluorescente in situ: tipo de exame que avalia anormalidades genéticas que podem estar associadas ao aparecimento e evolução de melanomas. Pode ser realizada através das amostras de pele obtidas na biópsia. Tem como objetivo diferenciar tumores benignos de malignos, auxiliando no diagnóstico de melanoma e na escolha do tratamento mais adequado.8,12

Genotipagem pela técnica de SNaPshot: é uma técnica de diagnóstico que permite a identificação rápida e precisa de anormalidades genéticas que podem estar associadas ao aparecimento e evolução dos melanomas, que pode ser realizada através das amostras de pele obtidas na biópsia. As mutações mais frequentemente encontradas são: BRAF V600E, BRAF V600K, NRAS Q61L e NRAS Q61R.5,7 No caso de pacientes com melanoma avançado, deve-se sempre que possível analisar essas amostras para avaliar a presença de mutações, pois isso pode direcionar a escolha do tratamento mais adequado.6,8

Imunoterapia: um tipo de tratamento que utiliza medicamentos que estimulam o sistema imunológico do paciente a reconhecer e destruir as células cancerosas de forma mais eficaz. Este tipo de terapia é útil no tratamento de melanomas com alto risco de recorrência e em casos de melanomas avançados (ou metastáticos). A imunoterapia é prescrita e administrada por um oncologista especializado.3,13,14

Inibidores de BRAF:   um tipo de tratamento indicado para pessoas com melanoma de estágio III ou IV que não podem ser removidos cirurgicamente. Esses medicamentos interferem no funcionamento das proteínas do gene BRAF, impedindo a evolução do tumor. Os inibidores de BRAF são administrados por via oral na forma de comprimidos. A utilização desses medicamentos reduz significativamente a probabilidade de progressão da doença e melhora a qualidade de vida de muitos pacientes.13,15

Inibidores BRAF e MEK: um tipo de tratamento indicado para pacientes com melanoma que não pode ser removido cirurgicamente ou melanoma metastático que possuem mutação BRAF V600. A combinação desses medicamentos está associada com maiores taxas de diminuição do volume tumoral, atraso no crescimento tumoral e maior sobrevida dos pacientes.13,15

DHL: enzima chamada desidrogenase láctica (DHL). Altos níveis dessa enzima podem ser um sinal de melanoma, portanto indicam ao médico a necessidade de se conduzir mais testes para aprofundar o diagnóstico.16

Linfonodos: são pequenas estruturas que funcionam como filtros para substâncias nocivas do nosso corpo, e que nos ajudam a combater infecções.17

MEK: gene que quando mutado permitem que as células cancerígenas cresçam e se espalhem.18

Melanócitos: também chamados de células melanocíticas, são células produtoras de melanina, um pigmento marrom que confere cor à pele e protege as camadas mais profundas de alguns efeitos nocivos do sol.19-20 Comumente, quando as pessoas expõem a pele ao sol, os melanócitos produzem mais melanina, o que leva ao bronzeamento ou escurecimento da pele.20

Melanoma: um tipo de câncer de pele, derivado de células melanocíticas, mas que pode acometer outros locais do corpo como mucosas e visceras.19-23 O melanoma é caracterizado pelo crescimento descontrolado de células anormais da pele, causado por mutações ou defeitos genéticos no DNA, na maioria dos casos decorrente da radiação ultravioleta.21

Melanoma in situ: também conhecido como melanoma estágio 0, é caracterizado quando as células de melanoma estão todas contidas na epiderme e não cresceram em camadas mais profundas da pele.16,24-25

Melanoma metástico (melanoma avançado ou melanoma estágio IV): neste estágio o melanoma se espalhou para outros locais do corpo, como pulmão, fígado, cérebro, osso ou trato gastrintestinal. O melanoma pode também ter se espalhado para outros lugares na pele longe de onde ele começou.16,24-25

Metástase: ocorre quando um tumor, como o melanoma, se espalha para outros órgãos e tecidos do corpo longe de onde o tumor inicial se iniciou.25

Mutações genéticas: certas alterações no DNA que podem fazer com que os genes que controlam o desenvolvimento e a morte das células não funcionem adequadamente. As mutações podem ocorrer ao longo da vida, mas existem também mutações genéticas hereditárias. Atualmente já existem testes genéticos que identificam essas mutações e que podem ajudar na escolha do melhor tratamento para o melanoma.8

NRAS e KIT: outros genes que podem sofrer mutação genética e provocar a proliferação de células cancerígenas em diversos tumores, incluindo o melanoma.27

Quimioterapia: um tipo de tratamento que utiliza substâncias químicas que afetam o funcionamento celular e podem ser administradas oralmente, por veias e artérias ou através dos músculos ou do abdômen do paciente.13,28-29 A quimioterapia ainda é muito utilizada nos casos de melanoma avançado (estágios em que o câncer se espalhou para outros tecidos ou órgãos) no Brasil. No entanto, como os novos tratamentos (terapias alvo e imunoterapias) têm apresentado melhores resultados, as quimioterapias deixaram de ser a opção de tratamento em primeira linha para melanoma metastático.28,29

Radioterapia: um tipo de tratamento que utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células cancerosas que formam um tumor. Este tratamento geralmente não é utilizado para tratar o melanoma, mas pode ser usado no tratamento do tumor que reaparece após cirurgia na pele e/ou nos gânglios linfáticos (recorrência), ou quando um tumor não pode ser retirado cirurgicamente.3,6

Regra ABCDE: para auxiliar na identificação de sinais perigosos na pele que exigem a avaliação de um dermatologista, foi desenvolvida uma metodologia chamada de regra ABCDE. Desconfie do melanoma se uma pinta ou mancha apresentar:

  • Assimetria: uma metade da pinta ou mancha é diferente da outra parte.
  • Borda: as bordas são irregulares, entalhadas ou dentadas.
  • Cor: muitas vezes apresentam cor desigual. Tons de preto, marrom e canela ou áreas brancas, cinza, vermelha ou azul podem estar presentes.
  • Diâmetro: o diâmetro é maior que 5 milímetros.
  • Evolução: uma pinta ou mancha vem mudando de tamanho, forma, cor, aparência ou coçando ou sangrando.30

Sinais melanoma

Ressonância magnética (RNM): é uma técnica de diagnóstico semelhante à tomografia, mas que usa ondas magnéticas e ímãs fortes para produzir uma imagem. É usada principalmente para averiguar a presença de metástases cerebrais.3,16,31

Terapia alvo: um tipo de tratamento que age diretamente nas células malignas e poupa as saudáveis, apresentando melhores taxas de resposta que a quimioterapia e outros tratamentos, no caso do melanoma.32,33 A terapia alvo beneficia mais de 90% dos pacientes com mutação BRAF positiva, então, é importante que o paciente realize testes diagnósticos capazes de identificar a presença de mutações genéticas, possibilitando ao médico adaptar ou personalizar o plano de tratamento. Atualmente, a terapia alvo para o melanoma inclui inibidores BRAF e a combinação de inibidores BRAF e MEK.9,14

Tomografia computadorizada (CT scan): se houver suspeita de que o melanoma se espalhou para outros órgãos, a equipe médica pode pedir uma tomografia, que reproduz múltiplas imagens de raios-X combinadas por computador, para gerar uma imagem detalhada de várias secções do organismo.3,16,31

Tomografia de emissão de pósitrons (PET scan): é um exame que permite ver as alterações do metabolismo celular por todo o corpo e detectar novos focos do melanoma, caso haja. 3,16,31 

 

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Referências

1. Instituto Oncoguia. Diagnóstico do Câncer de Pele Melanoma. http://www.oncoguia.org.br/conteudo/diagnostico/553/138/. Acesso em agosto de 2017.
2. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Diretrizes diagnósticas e terapêuticas do melanoma maligno cutâneo. Disponível em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/prt0357_08_04_2013.html. Acesso em agosto de 2017.
3. A. C. Camargo. Pele melanoma. Disponível em http://www.accamargo.org.br/tudo-sobre-o-cancer/pele-melanoma/31/. Acesso em agosto de 2017.
4. American Cancer Society. Melanoma skin cancer what causes. Disponível em http://www.cancer.org/cancer/skincancer-melanoma/detailedguide/melanoma-skin-cancer-what-causes. Acesso em agosto de 2017.
5. Instituto Oncoguia. Causas do câncer de pele melanoma. Disponível em http://www.oncoguia.org.br/conteudo/causas-do-cancer-de-pele-melanoma/7065/186/. Acesso em agosto de 2017.
6. Sociedade Brasileira de Dermatologia. Dermatoscopia. Disponível em https://www.sbcd.org.br/procedimentos/390. Acesso em agosto de 2017.
7. CancerCell. SnapShot: Melanoma. Disponível em http://www.cell.com/cancer-cell/abstract/S1535-6108(13)00194-3. Acesso em agosto de 2017.
8. American Cancer Society. What is new in melanoma skin cancer research? Disponível em http://www.cancer.org/cancer/skincancer-melanoma/detailedguide/melanoma-skin-cancer-new-research. Acesso em agosto de 2017.
9. NIH- National Cancer Institute. Treatment Option Overview. Disponível em https://www.cancer.gov/types/skin/patient/melanoma-treatment-pdq#section/_135. Acesso em agosto de 2017.
10. Skin Cancer Foundation. Melanoma treatments. Disponível em http://www.skincancer.org/skin-cancer-information/melanoma/melanoma-treatments. Acesso em agosto de 2017.
11. Instituto Oncoguia. Estadiamento do câncer de pele Melanoma. Disponível em http://www.oncoguia.org.br/conteudo/estadiamento-do-cancer-de-pele-melanoma/558/187. Acesso em agosto de 2017.
12. Archives of Pathology & Laboratory Medicine. Update on fluorescence in situ hybridization in melanoma: state of the art. Disponível em http://www.archivesofpathology.org/doi/10.1043/2011-0048-RAIR.1?url_ver=Z39.88-2003&rfr_id=ori:rid:crossref.org&rfr_dat=cr_pub%3dpubmed&code=coap-site. Acesso em agosto de 2017.
13. Skin Cancer Foundation. Treatments for stage III and stage IV melanoma. Disponível em http://www.skincancer.org/skin-cancer-information/melanoma/melanoma-treatments/advanced-treatment. Acesso em agosto de 2017.
14. Melanoma Research Foundation. Melanoma Treatment – Immunotherapy. Disponível em https://www.melanoma.org/understand-melanoma/melanoma-treatment/immunotherapy. Acesso em agosto de 2017.
15. Cancer.Net. Melanoma – Treatment Options. Disponível em http://www.cancer.net/cancer-types/melanoma/treatment-options. Acesso em agosto de 2017.
16. NIH-National Cancer Institute. Melanoma treatment. Disponível em https://www.cancer.gov/types/skin/patient/melanoma-treatment-pdq#section/_96. Acesso em agosto de 2017.
17. Instituto Oncoguia. Linfonodos e câncer. Disponível em http://www.oncoguia.org.br/conteudo/linfonodos-e-cancer/6814/1/. Acesso em agosto de 2017.
18. Melanoma Research Alliance. Disponível em https://www.curemelanoma.org/about-melanoma/patient-eng/glossary-of-melanoma-terms/. Acesso em agosto 2017.
19. American Cancer Society. Melanoma Skin Cancer. Disponível em http://www.cancer.org/cancer/skincancer-melanoma/detailedguide/melanoma-skin-cancer-what-is-melanoma. Acesso em agosto de 2017.
20. NIH-National Cancer Institute. Melanoma treatment (PDQ®)–patient version. Disponível em https://www.cancer.gov/types/skin/patient/melanoma-treatment-pdq. Acesso em agosto de 2017.
21. Skin Cancer Foundation. Skin Cancer Information. Disponível em http://www.skincancer.org/skin-cancer-information. Acesso em agosto de 2017.
22. INCA. Pele melanoma. Disponível em http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/pele_melanoma/definicao+. Acesso em agosto de 2017.
23. Instituto Oncoguia. Sobre o câncer de pele melanoma. Disponível em http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sobre-o-cancer/551/138/. Acesso em agosto de 2017.
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25. AIM at melanoma Foundation. Stages of melanoma. Disponível em https://www.aimatmelanoma.org/stages-of-melanoma/. Acesso em agosto de 2017.
26. Lancet. 2015 Aug 1;386(9992):444-51. doi: 10.1016/S0140-6736(15)60898-4.Dabrafenib and trametinib versus dabrafenib and placebo for Val600 BRAF-mutant melanoma: a multicentre, double-blind, phase 3 randomised controlled trial.Long GV, Stroyakovskiy D, Gogas H, Levchenko E, de Braud F, Larkin J, Garbe C, Jouary T, Hauschild A, Grob JJ, Chiarion-Sileni V, Lebbe C, Mandalà M, Millward M, Arance A, Bondarenko I, Haanen JB, Hansson J, Utikal J, Ferraresi V, Kovalenko N, Mohr P, Probachai V, Schadendorf D, Nathan P, Robert C, Ribas A, DeMarini DJ, Irani JG, Swann S, Legos JJ, Jin F, Mookerjee B, Flaherty K.
27. My Cancer Genome. Disponível em https://www.mycancergenome.org/content/disease/melanoma/nras/. Acesso em agosto 2017.
28. American Cancer Society. Melanoma skin cancer treatment. Disponível em http://www.cancer.org/cancer/skincancer-melanoma/detailedguide/melanoma-skin-cancer-treating-general-info. Acesso em agosto de 2017.
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32. Long, G. V. et al. Dabrafenib and trametinib versus dabrafenib and placebo for Val600 BRAF-mutant melanoma: A multicentre, double-blind, phase 3 randomised controlled trial. Lancet 386, 444–451 (2015).
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