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  • Trabalho e Espondilite Anquilosante

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    Ao mesmo tempo em que afeta a saúde e a qualidade de vida, a espondilite anquilosante pode trazer desafios para que as pessoas se mantenham ativas no mercado de trabalho. Isso pode ocorrer como consequência direta da fadiga e dor nas costas em uma fase tão precoce da vida – já que a doença se manifesta principalmente em homens jovens1 –, e também por conta da falta de preparo e flexibilidade dos empregadores para entender e se adequar as necessidades especiais desses trabalhadores.

    Pessoas com espondilite anquilosante podem ou não precisar de alguns ajustes no ambiente e na rotina de trabalho. Entre possíveis necessidades está a flexibilidade de horários, já que as dores acontecem principalmente no período da manhã e podem demorar a passar; pausas regulares; liberdade pra trabalhar de casa; e a substituição de funções que possam demandar atividades físicas.2-3

    Para aqueles que estão inseridos no mercado de trabalho, é importante manter sempre uma boa postura corporal, alongar-se com frequência e evitar longos períodos na mesma posição1-3.


    Referências

    1. Mayo Clinic. Back pain. Disponível em: http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/back-pain/basics/definition/CON-20020797?p=1 Último acesso em março de 2015.
    2. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Espondiloartrites. Disponível em: https://www.reumatologia.org.br/download/espondiloartrites-a4/. Acesso em abril de 2021.
    3. National Axial Spondyloarthritis Society. Ankylosing Spondylitis (AS) – Managing your AS at work: answers and practical advice. Disponível em: https://nass.co.uk/wp-content/uploads/2018/08/NASS-Work-Guide.pdf. Acesso em abril de 2021.