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Trabalho e Espondilite Anquilosante

Ao mesmo tempo em que afeta a saúde e a qualidade de vida, a espondilite anquilosante pode trazer desafios para que as pessoas se mantenham ativas no mercado de trabalho. Isso pode ocorrer como consequência direta da fadiga e dor nas costas em uma fase tão precoce da vida – já que a doença se manifesta principalmente em homens jovens1 –, e também por conta da falta de preparo e flexibilidade dos empregadores para entender e se adequar as necessidades especiais desses trabalhadores.

Pessoas com espondilite anquilosante podem ou não precisar de alguns ajustes no ambiente e na rotina de trabalho. Entre possíveis necessidades está a flexibilidade de horários, já que as dores acontecem principalmente no período da manhã e podem demorar a passar; pausas regulares; liberdade pra trabalhar de casa; e a substituição de funções que possam demandar atividades físicas.2-3

Para aqueles que estão inseridos no mercado de trabalho, é importante manter sempre uma boa postura corporal, alongar-se com frequência e evitar longos períodos na mesma posição1-3.