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Existem diversas situações onde a dor nas costas pode surgir. Sem contar a intensidade, ora leve e passageira, outras vezes intensa e contínua. Antes de saber o que fazer quando a dor nas costas é um problema crônico, vamos entender os tipos de dores? 

Dores agudas ou crônicas

Em geral, as  dores agudas desaparecem sem tratamento com o passar de horas ou dias. É o caso mais comum de dor nas costas. Elas aparecem repentinamente após uma pancada, queda, após uma pessoa levantar ou carregar excesso de peso, por exemplo.

Por outro lado, algumas pessoas apresentam dores nas costas que duram mais do que três meses, e muitas vezes não têm razão aparente. Essas são consideradas dores crônicasA dor nas costas crônica pode aumentar com o passar do tempo.

Diagnóstico da dor nas costas

Diagnosticar as causas das dores crônicas é mais complexo do que  diagnosticar  as causas das dores agudas, por isso é necessário procurar ajuda de especialista. 

A especialidade médica que cuida de diagnósticos e distúrbios que afetam as articulações, músculos, tendões, ligamentos, tecido conjuntivo e ossos, se chama reumatologista. Logo, reumatologistas podem diagnosticar o motivo da dor nas costas crônicas e posteriormente tratá-la.

Você sabia que a dor nas costas crônicas é um dos principais sintomas da espondilite anquilosante o seu diagnóstico pode ser longo? Não deixe de marcar uma consulta com reumatologista. 

Quando procurar ajuda médica?

Na maioria dos casos, a dor nas costas desaparece sem tratamento ou com pequenos cuidados.

Uma consulta médica deve ser marcada quando a dor nas costas:

  • for muito intensa, mesmo que tenha sido originada por uma lesão ou trauma; 
  • durar 90 dias ou mais; 
  • causar cansaço constante; 
  • estiver associada a outro sintoma, como dormência ou formigamento, febre, inchaço, dor para urinar, diarreias, vermelhidão nos olhos e lesões na pele. 


Referências

1. Sieper J, van der Heijde D, Landewé R et al. New criteria for inflammatory back pain in patients with chronic back pain: a real patient exercise by experts from the Assessment of SpondyloArthritis international Society (ASAS). Ann Rheum Dis. 2009 Jun;68(6):784-8.  
2. van der Heijde D, Ramiro S, Landewé R, Baraliakos X, Van den Bosch F, Sepriano A, et al. 2016 update of the ASAS-EULAR management recommendations for axial spondyloarthritis. Ann Rheum Dis. 2017;76(6):978–91.  
3. Rudwaleit M, van der Heijde D, Landewe R, Listing J, Akkoc N, Brandt J, et al. The development of Assessment of SpondyloArthritis international Society classification criteria for axial spondyloarthritis (part II): validation and final selection. Ann Rheum Dis. 2009;68(6):777–83. 
4. Rudwaleit M, Landewe R, van der Heijde D, Listing J, Brandt J, Braun J, et al. The development of Assessment of SpondyloArthritis international Society classification criteria for axial spondyloarthritis (part I): classification of paper patients by expert opinion including uncertainty appraisal. Ann Rheum Dis. 2009;68(6):770–6.  
5. National Institute of Arthritis and Muscoloskeletal and Skin Diseases (NIAMS) National Institutes of Health (NIH). Handout on Health: Back Pain. Disponível em: http://www.niams.nih.gov/Health_Info/Back_Pain/default.asp Último acesso em março de 2015.
6. University of Maryland Medical Center. Low back pain. Disponível em: http://umm.edu/health/medical/altmed/condition/low-back-pain Último acesso em março de 2015.

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