Trabalho e espondilite anquilosante

18/03/2015

Trabalho e espondilite anquilosante

Ao mesmo tempo em que afeta a saúde e a qualidade de vida, a espondilite anquilosante pode trazer desafios para que as pessoas se mantenham ativas no mercado de trabalho. Isso pode ocorrer como consequência direta da fadiga e dor nas costas em uma fase tão precoce da vida – já que a doença se manifesta principalmente em homens jovens1 –, e também por conta da falta de preparo e flexibilidade dos empregadores para entender e se adequar as necessidades especiais desses trabalhadores.

Pessoas com espondilite anquilosante podem ou não precisar de alguns ajustes no ambiente e na rotina de trabalho. Entre possíveis necessidades está a flexibilidade de horários, já que as dores acontecem principalmente no período da manhã e podem demorar a passar; pausas regulares; liberdade pra trabalhar de casa; e a substituição de funções que possam demandar atividades físicas.2-3

Para aqueles que estão inseridos no mercado de trabalho, é importante manter sempre uma boa postura corporal, alongar-se com frequência e evitar longos períodos na mesma posição.1-3


Referências
1. Mayo Clinic. Back pain. Disponível em: http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/back-pain/basics/definition/CON-20020797?p=1. Último acesso em março de 2015.
2. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Espondilite Anquilosante. Disponível em: http://www.reumatologia.com.br/PDFs/Cartilha_Espondilite_Anquilosante.pdf. Último acesso em março de 2015.
3. National Ankylosing Spondylitis Society. Ankylosing Spondylitis (Axial Spondyloarthritis – AS) – Guidebook – answers and practical advice. Disponível em: http://saude.novartis.com.br/dornascostas/trabalho-e-espondilite-anquilosante/. Último acesso em março de 2015.

Veja mais em: Qualidade de vida

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