Porque seguir o tratamento do diabetes é tão importante?

Porque seguir o tratamento do diabetes é tão importante?

A cada ano, o diabetes mata cerca de 5 milhões de pessoas no mundo: aproximadamente 1 pessoa a cada 5 segundos.1 Ainda assim, 75% das pessoas com diabetes tipo 2 parecem não estar preocupadas com os riscos elevados de desenvolver complicações da doença, e só metade relatou ter mudado o estilo de vida de acordo com as recomendações.1

O diabetes tipo 2 aumenta de forma significativa o risco de desenvolver uma série de complicações graves de saúde, incluindo acidente vascular cerebral (AVC), infarto agudo do miocárdio, amputações e a cegueira.2 A única forma de prevenir essas complicações é buscar a prevenção do diabetes e seguir o tratamento recomendado, tão logo a doença seja diagnosticada.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) a adesão ao tratamento é “a medida que o comportamento de uma pessoa – em tomar a medicação, seguir a dieta recomendada e/ou implementar mudanças em seu estilo de vida – corresponde às recomendações fornecidas por um profissional da saúde”.3,4 Ter adesão ao tratamento é fator fundamental para o gerenciamento de doenças crônicas, como o diabetes tipo 2.

“O paciente diabético geralmente não tem só diabetes, muitas vezes é hipertenso ou tem dislipidemia (colesterol ruim elevado). É um paciente que toma muitos comprimidos por dia, o que na prática pode diminuir a aderência ou fazer com ele se esqueça de tomar os remédios. Por isso, o resultado é sempre melhor quando podemos diminuir o número de tomadas ao longo do dia e também reduzir a quantidade de comprimidos.”
Dr. Luiz Alberto Andreotti Turatti, Doutor em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP, Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes e Presidente Eleito da Sociedade Brasileira de Diabetes. – CRM SP 82009

Entre os riscos do diabetes não controlado estão:2,5

  • desenvolvimento de doenças cardiovasculares graves, como acidente vascular cerebral (AVC), infarto agudo do miocárdio e arritmias graves;
  • desenvolvimento de doenças na visão (como edema macular diabético e retinopatia diabética), que podem levar a cegueira parcial ou completa;
  • necessidade de amputações;
  • danos ao rim ou falência renal;
  • disfunção erétil (impotência sexual) e perda do desejo sexual (libido);
  • danos a diferentes nervos, vasos e órgãos do corpo.

Referências

1. Sala de imprensa da Novartis global. Pesquisa “Time 2 Do More”. Disponível em http://www.novartis.com/newsroom/feature-stories/2014/06/time-2-do-more.shtml. Último acesso em maio de 2015.
2. Site do National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK), do National Institutes of Health (NIH). Disponível em http://diabetes.niddk.nih.gov/dm/pubs/riskfortype2/index.aspx. Último acesso em maio de 2015.
3. Sabaté E, editor. , ed. Adherence to Long-Term Therapies: Evidence for Action. Geneva, Switzerland: World Health Organization; 2003.
4. Site do National Institutes of Health (NIH). Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3068890/. Último acesso em 02 de fevereiro de 2015.
5. Site WebMD. Disponível em http://www.webmd.com/diabetes/news/20100827/diabetes-has-an-impact-on-sex-life. Último acesso em maio de 2015.

Veja mais em: Adesão ao tratamento

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